Como prometi, meu primeiro post da década seria pra mostrar aquilo que eu acho que ganhará força na cena musical esse ano. Pois bem, cá estou.
Assim como na literatura, na dramaturgia e na moda, a cena musical é composta por uma diversidade de artistas que seguem, em um determinado espaço de tempo, tendências que estão sendo melhor aceitas e procuradas pelos fãs ou expectadores. Isso se deve, assim como na maioria das coisas da vida, a uma maior busca comercial por tais tendências, transformando tais fãs em alvos, compradores.
Sim, somos todos peões num jogo corrupto e financeiramente interesseiro.
Assim como na literatura, na dramaturgia e na moda, a cena musical é composta por uma diversidade de artistas que seguem, em um determinado espaço de tempo, tendências que estão sendo melhor aceitas e procuradas pelos fãs ou expectadores. Isso se deve, assim como na maioria das coisas da vida, a uma maior busca comercial por tais tendências, transformando tais fãs em alvos, compradores.
Sim, somos todos peões num jogo corrupto e financeiramente interesseiro.
(As palavras em Laranja escondem referências... /dica)
Estamos entrando na chamada "Fase de Transição" da cena. É quando os wayfarers, as calças coloridas e os tênis cano-alto vão perdendo força para seja lá o que venha a seguir. E isso não acontece de um dia para o outro (exato, não precisa jogar seu CD do Restart, suas skinnies e seus Nikes caríssimos fora...), leva um tempo até que toda uma geração seja renovada.
E novamente levando em conta uma comparação literária, podemos perceber que as cenas vão se intercalando com o passar do tempo. Aquilo que é horrível para uma geração se torna o Must Have da próxima, até algo novo (o que é dificílimo em tempos atuais e futuros) aparecer.
Seguindo essa linha, fomos dos psicodélicos anos 80, para o Grunge no início dos 90, passando pelos quase 10 anos de soberania e influência de Tom DeLonge (não, não tem um DePerto, engraçadinho...), Travis Barker e Mark Hoppus, para então chegar à famosa fase Emo, que logo foi vencida pela volta do PowerPop oitentista.
Entenderam? Faz sentido? Porque eu acabei de inventar tudo isso agora.
Mas vamos deixar pra lá o lado sóbrio e Animal Planet da indústria. Nos foquemos no que realmente importa: A música.
Em 2010 (E, mesmo só tendo vivido um único dia dele, já o considero um ano que vai ser FO-DA), serão lançados três CDs importantíssimos para as três últimas cenas dominantes.
Blink 182 volta com um novo álbum depois de um hiato indefinido em 2005.
My Chemical Romance, uma das protagonistas da cena Emo, espera lançar o sucessor de The Black Parade, último CD da banda, de 2006.
O terceiro trabalho da Panic! At The Disco, agora embalada pela força baladeira amadurecida de Brendon Urie e sem Ryan Ross para ser influenciado, simplesmente pro-me-te.
E a tentativa de consolidação (leia-se "Turnês", teste de vendas/público) da cena PowerPop.
Minha escolha? Vou ser direto, hein?! Preparados? Não? Don't really care...
Blink leva.
Sim, toda uma geração órfã do trio mais famoso do mundo anseia e baba em cima dessa volta há mais de quatro anos!
Toda uma cena mudada por um CD. Bandas antes coadjuvantes nas duas últimas páginas da música voltam com papéis principais. Panic! e Fall Out Boy (que poderia se aproveitar de todos esses fatores para voltar e dar um fim ao hiato iniciado em Novembro passado) entrariam fortes juntamente com seus amigos do Blink e comandariam toda a alegoria.
Não que eu aposte no fracasso de MCR (que é uma banda já madura, com um som trabalhadíssimo e que vai surpreender), ou na morte imediata da Synth-Music ou dos Emos-Colorês. Só acho que as calças coladas coloridas ficarão bem melhor misturadas a um casaco mais clássico e uma camiseta básica.
Se é que me entendem...
Estamos entrando na chamada "Fase de Transição" da cena. É quando os wayfarers, as calças coloridas e os tênis cano-alto vão perdendo força para seja lá o que venha a seguir. E isso não acontece de um dia para o outro (exato, não precisa jogar seu CD do Restart, suas skinnies e seus Nikes caríssimos fora...), leva um tempo até que toda uma geração seja renovada.
E novamente levando em conta uma comparação literária, podemos perceber que as cenas vão se intercalando com o passar do tempo. Aquilo que é horrível para uma geração se torna o Must Have da próxima, até algo novo (o que é dificílimo em tempos atuais e futuros) aparecer.
Seguindo essa linha, fomos dos psicodélicos anos 80, para o Grunge no início dos 90, passando pelos quase 10 anos de soberania e influência de Tom DeLonge (não, não tem um DePerto, engraçadinho...), Travis Barker e Mark Hoppus, para então chegar à famosa fase Emo, que logo foi vencida pela volta do PowerPop oitentista.
Entenderam? Faz sentido? Porque eu acabei de inventar tudo isso agora.
Mas vamos deixar pra lá o lado sóbrio e Animal Planet da indústria. Nos foquemos no que realmente importa: A música.
Em 2010 (E, mesmo só tendo vivido um único dia dele, já o considero um ano que vai ser FO-DA), serão lançados três CDs importantíssimos para as três últimas cenas dominantes.
Blink 182 volta com um novo álbum depois de um hiato indefinido em 2005.
My Chemical Romance, uma das protagonistas da cena Emo, espera lançar o sucessor de The Black Parade, último CD da banda, de 2006.
O terceiro trabalho da Panic! At The Disco, agora embalada pela força baladeira amadurecida de Brendon Urie e sem Ryan Ross para ser influenciado, simplesmente pro-me-te.
E a tentativa de consolidação (leia-se "Turnês", teste de vendas/público) da cena PowerPop.
Minha escolha? Vou ser direto, hein?! Preparados? Não? Don't really care...
Blink leva.
Sim, toda uma geração órfã do trio mais famoso do mundo anseia e baba em cima dessa volta há mais de quatro anos!
Toda uma cena mudada por um CD. Bandas antes coadjuvantes nas duas últimas páginas da música voltam com papéis principais. Panic! e Fall Out Boy (que poderia se aproveitar de todos esses fatores para voltar e dar um fim ao hiato iniciado em Novembro passado) entrariam fortes juntamente com seus amigos do Blink e comandariam toda a alegoria.
Não que eu aposte no fracasso de MCR (que é uma banda já madura, com um som trabalhadíssimo e que vai surpreender), ou na morte imediata da Synth-Music ou dos Emos-Colorês. Só acho que as calças coladas coloridas ficarão bem melhor misturadas a um casaco mais clássico e uma camiseta básica.
Se é que me entendem...



5 comentários:
Parabéns gay, tá lindo bj no heart
ai dels, essas duas ultimas emos ae :x HUAHUAHUHUAUHAHUA
mano, mandou bem e espero q seja bem por ai mesmo, esse CD do BLink vai botar pra fuder (yn)
mas eu juro que quero ouvir MCR, e muito -s
e que venham todos pro Brasil e eu tenha dinheiro pra ve-los HUAHUAUHHUA
eu só espero que a cena volte a ser focada na música e não na aparência
caio, esse naum eh um desejo soh seu... ^^
pena q cada dia q passa, a chance de isso acontecer parece cada vez mais distante... =/
não kero parecer o chato q fika simplismente citando jargões ideológicos ou conspiratórios... porém, eh fato, q a mídia hj deixou de ser "qualidade" e passou a ser "beleza"...
Peeen, FOB deu um tempo agora ¬¬'
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